Olá meus amigos, queremos desejar à todos uma boa leitura e dizer que você também pode servir de benção para as pessoas que conhece, divulgando esse blog, porque muitas vezes queremos falar de Jesus e não sabemos como, mas hoje a Internet se tornou uma poderosa ferramenta também de evangelização, Sal da Terra e Luz do Mundo... Que Deus te abençoe.

JESUS TE AMA ...

JESUS TE AMA ...
Apenas veja, clique na foto...

On line

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Escrito nas estrelas...


Parte 2...
Se os espíritos dos mortos não podem entrar em contato com os vivos, quem, de fato, se comunica com os médiuns?
Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz as igrejas. O apóstolo Paulo falando acerca da atuação dos espíritos malignos no mundo, declara que estes espíritos podem enganar a muitos, pois, o próprio satanás se transforma em “anjo de luz”, para desencaminhar ou enganar as pessoas, fazendo, às vezes, até coisas boas com a intenção de iludí-las, (“Mas receio que, assim como a serpente enganou a Eva com a sua astucia, assim também sejam corrompidas as vossas mentes, e se apartem da simplicidade e pureza devidas a Cristo.” “E Não é de admirar, porque o próprio satanás se transforma em anjo de luz. Não é muito, pois, que os seus próprios ministros se transformem em ministros de justiça; e o fim deles será conforme as suas obras.” 1 Cor. 11: 3, 14 e15). Seria muito supormos que seres espirituais que existem desde antes mesmo da criação do mundo (“Onde estavas tu, quando eu lançava os fundamentos da terra? Dize-mo, se tens entendimento. Quem lhe pôs as medidas, se é que o sabes? Ou quem estendeu sobre ela o cordel? Sobre que estão fundadas as suas bases, ou quem lhe assentou a pedra angular, quando as estrelas da alva juntas alegremente cantavam, e rejubilavam todos os filhos de Deus? Jó 38: 4- 7.), e que tem acompanhado a humanidade durante tantos séculos, possam se passar por alguém que conhecíamos, imitando-os tão bem? Quem poderia medir completamente a capacidade destes seres ( o seu poder de ilusão e engano) se até satanás tentou enganar o próprio Senhor Jesus Cristo na tentação no deserto? Leia Mateus 4:1- 11. Satanás e seus seguidores são astutos e querem levar muitos a perdição por obras que Deus sempre condenou, mas o fim dele e de pessoas que praticam tais práticas já está determinado, “Quanto, porém, aos covardes, aos incrédulos, aos abomináveis, aos assassinos, aos impuros, aos feiticeiros, aos idólatras e a todos mentirosos, aparte que lhes cabe será no lago que arde com fogo e enxofre, a saber, a segunda morte.” Apoc. 21:8. Infelizmente muitas pessoas tem sido enganadas por espíritos imundos que tomam os corpos de pessoas para ilusão, para mentira e engano, e o mau usa dos meios do mundo para promover suas práticas, investimentos de milhões para produzir uma novela que levará muitos a adoração de demônios, pessoas perderão seu tempo e conseqüentemente sua vida e suas almas, porque Deus condena tais práticas, e a justiça cairá em tempo determinado, ou seja, no tempo de Deus. Mas quando? (“Há, todavia, uma cousa, amados, que não deveis esquecer: que, para com o Senhor, um dia é como mil anos, e mil anos como um dia. Não retarda o Senhor a sua promessa, como alguns a julgam demorada; pelo contrário, ele é longânimo para convosco, não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento.” 1 Pedro 3: 8 e 9.) Apesar das práticas erradas Deus espera ainda arrependimento e deseja salvar muitas almas por amor à elas, que são obras de sua criação, criação perfeita. Não perca seu tempo e conseqüentemente sua vida, sua alma, não procure demônios como Saul fez, procure a Deus.
Que Deus te abençõe.

domingo, 4 de abril de 2010

Escrito nas Estrelas...


Parte 1...

Como não podia deixar de ser, mais uma exibição desta emissora tentando propagar aquilo que veementemente a bíblia exorta que a palavra de Deus condena sem deixar “brechas” para mais nem meio mais, mais uma vez estará em exibição à propagação do espiritismo, da necromancia, da astrologia, etc. Espiritismo: Doutrina dos que supõem poder entrar em comunicação com os espíritos dos mortos, adivinhação, necromancia. Adivinhação: Arte de conhecer por meios sobrenaturais. A adivinhação é comum entre todos os povos, em todos os tempos. A idéia, praticamente universal, é a de que certos deuses, ou certos espíritos, têm conhecimento, oculto aos homens, mas que, sob certas condições, esses espíritos ficam prontos a revelar. Necromancia: Arte de adivinhar por meio de invocação dos mortos (DT. 18: 11. “nem encantador, nem necromante, nem mágico, nem quem consulte os mortos;”), por meio de espíritos familiares, isto é, espíritos que se podem fazer aparecer por meio de esconjuros, invocações ou exorcismos. Quem tem ouvidos ouça o que o Espírito diz as igrejas: Os espíritos dos mortos podem contatar os vivos? NÃO. De acordo com a bíblia, as pessoas que morreram não podem ter e nem sofrer qualquer influencia de atitudes humanas, nem saber o que se passa no mundo dos vivos (“Pois quem sabe o que é bom para o homem durante os poucos dias da sua vida de vaidade os quais gasta como sombra? Quem pode declarar ao homem o que será depois dele debaixo do sol?” Ecl. 6: 12. “Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças , porque no além para onde tu vais, não Há obra, nem projetos, nem conhecimento, nem sabedoria alguma.” Ecl. 9:10. “E, assim como aos homens está ordenado morrerem uma só vez e, depois disto, o juízo,” Hb. 9:27). O próprio Jesus Cristo ilustrou este fato do mundo espiritual quando contou a história do rico e lázaro, onde ele demonstrou que o ímpio rico, apesar de lembrar-se de seus parentes que havia ficado na terra, não poderia manter contato com eles (“Então replicou: Pai, eu te imploro que o mandes à minha casa paterna, porque tenho cinco irmãos; para que lhes dê testemunho a fim de não virem também para este lugar de tormento. Respondeu Abrãao: Eles têm Moises e os profetas; ouçam-nos. Mas ele insistiu: Não, pai Abrãao; se alguém dentre os mortos for ter com eles, arrenpender-se-ão. Abrãao, porém, lhe respondeu: Se não ouvem a Moises e aos profetas, tampouco se deixarão persuadir, ainda que ressuscite alguém dentre os mortos.” Lucas 16: 27- 31). As escrituras sempre tratam deste tipo de contato com os supostos espíritos dos mortos de forma condenatória. (“Quando entrares na terra que o Senhor teu Deus te der, não aprenderás a fazer conforme as abominações daqueles povos.” “Nem encantador, nem necromante, nem mágico, nem quem consulte os mortos;” “Pois todo aquele que faz tal cousa é abominação ao Senhor; e por estas abominações o Senhor teu Deus os lança de diante de ti.” Dt. 18:9, 11 e 12.

Se os espíritos dos mortos não podem entrar em contato com os vivos, quem, de fato, se comunica com os médiuns?

Escrito nas estrelas...

Parte 2...

Que Deus te Abençõe.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

O verdadeiro sacríficio


É com muito pensar que escrevo este post, às 20h30min do dia 02 de abril de 10, no dia chamado de “sexta-feira santa”, depois de ver muitas reportagens em canais diferentes acerca da crucificação de Jesus Cristo, são pessoas que flagelam seus próprios corpos, pessoas carregam a cruz e imagens de Jesus morto, mas se esquecem que a Bíblia diz que em três dias Ele ressuscitou e não está mais no madeiro, mas que está agora num corpo glorificado apenas com as marcas de um sacrifício que foi válido porque Ele é santo e sem pecado, quantos se flagelaram hoje, quantos que se sacrificaram hoje que é santo e sem pecado, para validar seu sacrifício diante de Deus? Quantos? Mas eu quero colocar outro documento acerca da crucificação:
RELATO SOBRE A MORTE DE CRISTO
Sou um cirurgião, e dou aulas há algum tempo.
Por treze anos vivi em companhia de cadáveres e durante a minha carreira estudei anatomia a fundo. Posso portanto escrever sem presunção a respeito de morte como aquela.
Jesus entrou em agonia
no Getsemani e seu suor tornou-se como gotas de sangue a escorrer pela terra’. O único evangelista que relata o fato é um médico, Lucas. E o faz com a precisão de um clínico. O suar sangue, ou “hematidrose”, é um fenômeno raríssimo. É produzido em condições excepcionais: para provocá-lo é necessário uma fraqueza física, acompanhada de um abatimento moral violento causado por uma profunda emoção, por um grande medo. O terror, o susto, a angústia terrível de sentir-se carregando todos os pecados dos homens devem ter esmagado Jesus. Tal tensão extrema produz o rompimento das finíssimas veias capilares que estão sob as glândulas sudoríparas, o sangue se mistura ao suor e se concentra sobre a pele, e então escorre por todo o corpo até a terra.
Conhecemos a farsa do processo preparado pelo Sinédrio hebraico, o envio de Jesus a Pilatos e o desempate entre o procurador romano e Herodes. Pilatos cede, e então ordena a flagelação de Jesus. Os soldados despojam Jesus e o prendem pelo pulso a uma coluna do pátio. A flagelação se efetua com tiras de couro múltiplas sobre as quais são fixadas bolinhas de chumbo e de pequenos ossos. Os carrascos devem ter sido dois, um de cada lado, e de diferente estatura. Golpeiam com chibatadas a pele, já alterada por milhões de microscópicas hemorragias do suor de sangue. A pele se dilacera e se rompe; o sangue espirra. A cada golpe Jesus reage em um sobressalto de dor. As forças se esvaem; um suor frio lhe impregna a fronte, a cabeça gira em uma vertigem de náusea, calafrios lhe correm ao longo das costas. Se não estivesse preso no alto pelos pulsos, cairia em uma poça de sangue. Depois o escárnio da coroação. Com longos espinhos, mais duros que os de acácia, os algozes entrelaçam uma espécie de capacete e o aplicam sobre a cabeça. Os espinhos penetram no couro cabeludo fazendo-o sangrar (os cirurgiões sabem o quanto sangra o couro cabeludo). Pilatos, depois de ter mostrado aquele homem dilacerado à multidão feroz, o entrega para ser crucificado. Colocam sobre os ombros de Jesus o grande braço horizontal da Cruz; pesa uns cinqüenta quilos. A estaca vertical já está plantada sobre o Calvário. Jesus caminha com os pés descalços pelas ruas de terreno irregular, cheias de pedregulhos. Os soldados o puxam com as cordas. O percurso é de cerca de 600 metros. Jesus, fatigado, arrasta um pé após o outro, freqüentemente cai sobre os joelhos. E os ombros de Jesus estão cobertos de chagas. Quando ele cai por terra, a viga lhe escapa, escorrega, e lhe esfola o dorso. Sobre o Calvário tem início a crucificação. Os carrascos despojam o condenado, mas a sua túnica está colada nas chagas e tirá-la produz dor atroz. Quem já tirou uma atadura de gaze de uma grande ferida percebe do que se trata. Cada fio de tecido adere à carne viva: ao levarem a túnica, se laceram as terminações nervosas postas em descoberto pelas chagas. Os carrascos dão um puxão violento. Há um risco de toda aquela dor provocar uma síncope, mas ainda não é o fim. O sangue começa a escorrer. Jesus é deitado de costas, as suas chagas se incrustam de pé e pedregulhos. Depositam-no sobre o braço horizontal da cruz. Os algozes tomam as medidas. Com uma broca, é feito um furo na madeira para facilitar a penetração dos pregos. Os carrascos pegam um prego (um longo prego pontudo e quadrado), apoiam-no sobre o pulso de Jesus, com um golpe certeiro de martelo o plantam e o rebatem sobre a madeira. Jesus deve ter contraído o rosto assustadoramente. O nervo mediano foi lesado. Pode-se imaginar aquilo que Jesus deve ter provado; uma dor lancinante, agudíssima, que se difundiu pelos dedos, e espalhou-se pelos ombros, atingindo o cérebro. A dor mais insuportável que um homem pode provar, ou seja, aquela produzida pela lesão dos grandes troncos nervosos: provoca uma síncope e faz perder a consciência. Em Jesus não. O nervo é destruído só em parte: a lesão do tronco nervoso permanece em contato com o prego: quando o corpo for suspenso na cruz, o nervo se esticará fortemente como uma corda de violino esticada sobre a cravelha. A cada solavanco, a cada movimento, vibrará despertando dores dilacerantes. Um suplício que durará três horas. O carrasco e seu ajudante empunham a extremidade da trava; elevam Jesus, colocando-o primeiro sentado e depois em pé; conseqüentemente fazendo-o tombar para trás, o encostam na estaca vertical. Depois rapidamente encaixam o braço horizontal da cruz sobre a estaca vertical. Os ombros da vítima esfregam dolorosamente sobre a madeira áspera. As pontas cortantes da grande coroa de espinhos penetram o crânio. A cabeça de Jesus inclina-se para frente, uma vez que o diâmetro da coroa o impede de apoiar-se na madeira. Cada vez que o mártir levanta a cabeça, recomeçam pontadas agudas de dor. Pregam-lhe os pés. Ao meio-dia Jesus tem sede. Não bebeu desde a tarde anterior. Seu corpo é uma máscara de sangue. A boca está semi-aberta e o lábio inferior começa a pender. A garganta, seca, lhe queima, mas ele não pode engolir. Tem sede. Um soldado lhe estende sobre a ponta de uma vara, uma esponja embebida em bebida ácida, em uso entre os militares. Tudo aquilo é uma tortura atroz. Um estranho fenômeno se produz no corpo de Jesus. Os músculos dos braços se enrijecem em uma contração que vai se acentuando: os deltóides, os bíceps esticados e levantados, os dedos, se curvam. É como acontece a alguém ferido de tétano. A isto que os médicos chamam tetania, quando os sintomas se generalizam: os músculos do abdômen se enrijecem em ondas imóveis, em seguida aqueles entre as costelas, os do pescoço, e os respiratórios. A respiração se faz, pouco a pouco mais curta. O ar entra com um sibilo, mas não consegue mais sair. Jesus respira com o ápice dos pulmões. Tem sede de ar: como um asmático em plena crise, seu rosto pálido pouco a pouco se torna vermelho, depois se transforma num violeta purpúreo e enfim em cianítico. Jesus é envolvido pela asfixia. Os pulmões cheios de ar não podem mais esvaziar-se. A fronte está impregnada de suor, os olhos saem fora de órbita. Mas o que acontece? Lentamente com um esforço sobre-humano, Jesus toma um ponto de apoio sobre o prego dos pés. Esforça-se a pequenos golpes, se eleva aliviando a tração dos braços. Os músculos do tórax se distendem. A respiração torna-se mais ampla e profunda, os pulmões se esvaziam e o rosto recupera a palidez inicial. Por que este esforço? Porque Jesus quer falar: “Pai, perdoa-lhes porque não sabem o que fazem”. Logo em seguida o corpo começa afrouxar-se de novo, e a asfixia recomeça. Foram transmitidas sete frases pronunciadas por ele na cruz: cada vez que quer falar, deverá elevar-se tendo como apoio o prego dos pés. Inimaginável! Atraídas pelo sangue que ainda escorre e pelo coagulado, enxames de moscas zunem ao redor do seu corpo, mas ele não pode enxotá-las. Pouco depois o céu escurece, o sol se esconde: de repente a temperatura diminui. Logo serão três da tarde, depois de uma tortura que dura três horas. Todas as suas dores, a sede, as cãibras, a asfixia, o latejar dos nervos medianos, lhe arrancam um lamento: “Meu Deus, meu Deus, porque me abandonastes?”.
Jesus grita: “Tudo está consumado!”. Em seguida num grande brado diz: “Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito”. E morre. Em meu lugar e no seu.

Dr. Barbet, médico francês.
E agora? As pessoas querem pagar o impagável, querem copiar o inédito e único. Mas o que mais me intriga é que pessoas querem viver uma sexta-feira santa no ano e envergonha o nome de Jesus o restante do ano, uma sexta-feira santa e na segunda rouba o próximo, uma sexta-feira santa e na terça adultera, uma sexta-feira santa e na quarta castiga filhos e espanca a esposa, uma sexta-feira santa e na quinta pega um avião e destrói sua vida e outras direta e indiretamente dizendo que é por amor à Deus, ou seja, matam em nome de Deus, quando Deus diz: “Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância”. A Bíblia nos diz: “porque escrito está: Sede santos, porque eu sou santo.” Santificação para Jesus é segunda, terça, quarta,.... Janeiro, fevereiro,... Pessoas estão se enganando e levando outros ao erro. Sinto por tudo aquilo que vi na televisão e até parece que o sacrifico dos homens está se tornando mais importante que o de Jesus Cristo.
O que será que cada pessoa entende quando lê Romanos 12:1?
Que Deus te abençõe.

Postagens...

Related Posts with Thumbnails

ATENÇÃO !!!

Vale a pena ler de novo

"Então Elias, o tesbita, dos moradores de Gileade, disse a Acabe: Tão certo como vive o Senhor, Deus de Israel, perante cuja face estou, nem orvalho nem chuva haverá nestes anos segundo a minha palavra." 1 Reis 17: 1.

Elias significa "Javé é Deus", nos tempos de Jesus "Javé é Deus" e nos meus dias "Javé é Deus", ou seja, "Javé nunca deixou de ser Deus", então o que mudou ? Nós deixamos de ser servos e adoradores. Eis o que mudou, a nossa maneira de nos relacionar com esse Deus maravilhoso.