Olá meus amigos, queremos desejar à todos uma boa leitura e dizer que você também pode servir de benção para as pessoas que conhece, divulgando esse blog, porque muitas vezes queremos falar de Jesus e não sabemos como, mas hoje a Internet se tornou uma poderosa ferramenta também de evangelização, Sal da Terra e Luz do Mundo... Que Deus te abençoe.

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sexta-feira, 2 de abril de 2010

O verdadeiro sacríficio


É com muito pensar que escrevo este post, às 20h30min do dia 02 de abril de 10, no dia chamado de “sexta-feira santa”, depois de ver muitas reportagens em canais diferentes acerca da crucificação de Jesus Cristo, são pessoas que flagelam seus próprios corpos, pessoas carregam a cruz e imagens de Jesus morto, mas se esquecem que a Bíblia diz que em três dias Ele ressuscitou e não está mais no madeiro, mas que está agora num corpo glorificado apenas com as marcas de um sacrifício que foi válido porque Ele é santo e sem pecado, quantos se flagelaram hoje, quantos que se sacrificaram hoje que é santo e sem pecado, para validar seu sacrifício diante de Deus? Quantos? Mas eu quero colocar outro documento acerca da crucificação:
RELATO SOBRE A MORTE DE CRISTO
Sou um cirurgião, e dou aulas há algum tempo.
Por treze anos vivi em companhia de cadáveres e durante a minha carreira estudei anatomia a fundo. Posso portanto escrever sem presunção a respeito de morte como aquela.
Jesus entrou em agonia
no Getsemani e seu suor tornou-se como gotas de sangue a escorrer pela terra’. O único evangelista que relata o fato é um médico, Lucas. E o faz com a precisão de um clínico. O suar sangue, ou “hematidrose”, é um fenômeno raríssimo. É produzido em condições excepcionais: para provocá-lo é necessário uma fraqueza física, acompanhada de um abatimento moral violento causado por uma profunda emoção, por um grande medo. O terror, o susto, a angústia terrível de sentir-se carregando todos os pecados dos homens devem ter esmagado Jesus. Tal tensão extrema produz o rompimento das finíssimas veias capilares que estão sob as glândulas sudoríparas, o sangue se mistura ao suor e se concentra sobre a pele, e então escorre por todo o corpo até a terra.
Conhecemos a farsa do processo preparado pelo Sinédrio hebraico, o envio de Jesus a Pilatos e o desempate entre o procurador romano e Herodes. Pilatos cede, e então ordena a flagelação de Jesus. Os soldados despojam Jesus e o prendem pelo pulso a uma coluna do pátio. A flagelação se efetua com tiras de couro múltiplas sobre as quais são fixadas bolinhas de chumbo e de pequenos ossos. Os carrascos devem ter sido dois, um de cada lado, e de diferente estatura. Golpeiam com chibatadas a pele, já alterada por milhões de microscópicas hemorragias do suor de sangue. A pele se dilacera e se rompe; o sangue espirra. A cada golpe Jesus reage em um sobressalto de dor. As forças se esvaem; um suor frio lhe impregna a fronte, a cabeça gira em uma vertigem de náusea, calafrios lhe correm ao longo das costas. Se não estivesse preso no alto pelos pulsos, cairia em uma poça de sangue. Depois o escárnio da coroação. Com longos espinhos, mais duros que os de acácia, os algozes entrelaçam uma espécie de capacete e o aplicam sobre a cabeça. Os espinhos penetram no couro cabeludo fazendo-o sangrar (os cirurgiões sabem o quanto sangra o couro cabeludo). Pilatos, depois de ter mostrado aquele homem dilacerado à multidão feroz, o entrega para ser crucificado. Colocam sobre os ombros de Jesus o grande braço horizontal da Cruz; pesa uns cinqüenta quilos. A estaca vertical já está plantada sobre o Calvário. Jesus caminha com os pés descalços pelas ruas de terreno irregular, cheias de pedregulhos. Os soldados o puxam com as cordas. O percurso é de cerca de 600 metros. Jesus, fatigado, arrasta um pé após o outro, freqüentemente cai sobre os joelhos. E os ombros de Jesus estão cobertos de chagas. Quando ele cai por terra, a viga lhe escapa, escorrega, e lhe esfola o dorso. Sobre o Calvário tem início a crucificação. Os carrascos despojam o condenado, mas a sua túnica está colada nas chagas e tirá-la produz dor atroz. Quem já tirou uma atadura de gaze de uma grande ferida percebe do que se trata. Cada fio de tecido adere à carne viva: ao levarem a túnica, se laceram as terminações nervosas postas em descoberto pelas chagas. Os carrascos dão um puxão violento. Há um risco de toda aquela dor provocar uma síncope, mas ainda não é o fim. O sangue começa a escorrer. Jesus é deitado de costas, as suas chagas se incrustam de pé e pedregulhos. Depositam-no sobre o braço horizontal da cruz. Os algozes tomam as medidas. Com uma broca, é feito um furo na madeira para facilitar a penetração dos pregos. Os carrascos pegam um prego (um longo prego pontudo e quadrado), apoiam-no sobre o pulso de Jesus, com um golpe certeiro de martelo o plantam e o rebatem sobre a madeira. Jesus deve ter contraído o rosto assustadoramente. O nervo mediano foi lesado. Pode-se imaginar aquilo que Jesus deve ter provado; uma dor lancinante, agudíssima, que se difundiu pelos dedos, e espalhou-se pelos ombros, atingindo o cérebro. A dor mais insuportável que um homem pode provar, ou seja, aquela produzida pela lesão dos grandes troncos nervosos: provoca uma síncope e faz perder a consciência. Em Jesus não. O nervo é destruído só em parte: a lesão do tronco nervoso permanece em contato com o prego: quando o corpo for suspenso na cruz, o nervo se esticará fortemente como uma corda de violino esticada sobre a cravelha. A cada solavanco, a cada movimento, vibrará despertando dores dilacerantes. Um suplício que durará três horas. O carrasco e seu ajudante empunham a extremidade da trava; elevam Jesus, colocando-o primeiro sentado e depois em pé; conseqüentemente fazendo-o tombar para trás, o encostam na estaca vertical. Depois rapidamente encaixam o braço horizontal da cruz sobre a estaca vertical. Os ombros da vítima esfregam dolorosamente sobre a madeira áspera. As pontas cortantes da grande coroa de espinhos penetram o crânio. A cabeça de Jesus inclina-se para frente, uma vez que o diâmetro da coroa o impede de apoiar-se na madeira. Cada vez que o mártir levanta a cabeça, recomeçam pontadas agudas de dor. Pregam-lhe os pés. Ao meio-dia Jesus tem sede. Não bebeu desde a tarde anterior. Seu corpo é uma máscara de sangue. A boca está semi-aberta e o lábio inferior começa a pender. A garganta, seca, lhe queima, mas ele não pode engolir. Tem sede. Um soldado lhe estende sobre a ponta de uma vara, uma esponja embebida em bebida ácida, em uso entre os militares. Tudo aquilo é uma tortura atroz. Um estranho fenômeno se produz no corpo de Jesus. Os músculos dos braços se enrijecem em uma contração que vai se acentuando: os deltóides, os bíceps esticados e levantados, os dedos, se curvam. É como acontece a alguém ferido de tétano. A isto que os médicos chamam tetania, quando os sintomas se generalizam: os músculos do abdômen se enrijecem em ondas imóveis, em seguida aqueles entre as costelas, os do pescoço, e os respiratórios. A respiração se faz, pouco a pouco mais curta. O ar entra com um sibilo, mas não consegue mais sair. Jesus respira com o ápice dos pulmões. Tem sede de ar: como um asmático em plena crise, seu rosto pálido pouco a pouco se torna vermelho, depois se transforma num violeta purpúreo e enfim em cianítico. Jesus é envolvido pela asfixia. Os pulmões cheios de ar não podem mais esvaziar-se. A fronte está impregnada de suor, os olhos saem fora de órbita. Mas o que acontece? Lentamente com um esforço sobre-humano, Jesus toma um ponto de apoio sobre o prego dos pés. Esforça-se a pequenos golpes, se eleva aliviando a tração dos braços. Os músculos do tórax se distendem. A respiração torna-se mais ampla e profunda, os pulmões se esvaziam e o rosto recupera a palidez inicial. Por que este esforço? Porque Jesus quer falar: “Pai, perdoa-lhes porque não sabem o que fazem”. Logo em seguida o corpo começa afrouxar-se de novo, e a asfixia recomeça. Foram transmitidas sete frases pronunciadas por ele na cruz: cada vez que quer falar, deverá elevar-se tendo como apoio o prego dos pés. Inimaginável! Atraídas pelo sangue que ainda escorre e pelo coagulado, enxames de moscas zunem ao redor do seu corpo, mas ele não pode enxotá-las. Pouco depois o céu escurece, o sol se esconde: de repente a temperatura diminui. Logo serão três da tarde, depois de uma tortura que dura três horas. Todas as suas dores, a sede, as cãibras, a asfixia, o latejar dos nervos medianos, lhe arrancam um lamento: “Meu Deus, meu Deus, porque me abandonastes?”.
Jesus grita: “Tudo está consumado!”. Em seguida num grande brado diz: “Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito”. E morre. Em meu lugar e no seu.

Dr. Barbet, médico francês.
E agora? As pessoas querem pagar o impagável, querem copiar o inédito e único. Mas o que mais me intriga é que pessoas querem viver uma sexta-feira santa no ano e envergonha o nome de Jesus o restante do ano, uma sexta-feira santa e na segunda rouba o próximo, uma sexta-feira santa e na terça adultera, uma sexta-feira santa e na quarta castiga filhos e espanca a esposa, uma sexta-feira santa e na quinta pega um avião e destrói sua vida e outras direta e indiretamente dizendo que é por amor à Deus, ou seja, matam em nome de Deus, quando Deus diz: “Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância”. A Bíblia nos diz: “porque escrito está: Sede santos, porque eu sou santo.” Santificação para Jesus é segunda, terça, quarta,.... Janeiro, fevereiro,... Pessoas estão se enganando e levando outros ao erro. Sinto por tudo aquilo que vi na televisão e até parece que o sacrifico dos homens está se tornando mais importante que o de Jesus Cristo.
O que será que cada pessoa entende quando lê Romanos 12:1?
Que Deus te abençõe.

domingo, 21 de março de 2010

Discípulos do Tio Patinhas


Um personagem totalmente conhecido, tio patinhas, principalmente por seu grande amor pelo seu “rico dinheirinho”. Sabemos que a Bíblia nos mostra por diversas vezes homens que foram muito ricos e que tiveram riquezas incalculáveis, mas qual o mau em ser rico, em ter muito dinheiro? O mal é se transformar em discípulo de tio patinhas, quando o ser humano vive em função do dinheiro se torna refém dele, este homem constrói um padrão de vida e uma vez construído esse padrão ele mesmo não quer destruir, a busca pelo dinheiro faz com que os valores e princípios sejam perdidos, faz com que princípios de Deus sejam esquecidos, quando o “dinheiro” rege a vida do homem ele perde limites de humanidade para com o próximo: é o rico que quer ficar mais rico, não importa se o funcionário tem família ou não, é o pai de família que precisa dar uma vida melhor aos seus filhos, mesmo que a sua presença não seja tão constante no meio deles, e assim por diante. Mas o que diz a Bíblia? O papo com Jesus é simples e reto (sem curvas, sem mais nem meio mais) Jesus se encontra com um jovem rico em Mateus 19:16 e o jovem lhe pergunta o que fazer para entrar no reino do céus, e o Senhor lhe diz: vende tudo que tem, dá aos pobres e segue-me, o jovem discípulo do tio patinhas pensou por um pouco, entristeceu-se, virou as costas e saiu. É muito simples de entender: em Mateus 6:21 Jesus diz “porque onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração.” Aquele jovem não conseguiu colocar Deus acima do dinheiro, ou seja, das riquezas, o coração dele estava refém do dinheiro, o dinheiro usava ele e não ele o dinheiro. Mateus 6; 33 diz: “Buscai, pois, em primeiro lugar , o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.” O verdadeiro servo de Deus serve a Deus, e espera nele, o falso servo de Deus quebra um galho para Deus e serve ao dinheiro, ou seja, a Satanás. Por quê? Simples: Mateus 4: 8 “Levou-o ainda o diabo a um monte muito alto, mostrou-lhe todos os reinos do mundo e a glória deles, e lhe disse: tudo isso te darei se, prostado, me adorares. Então Jesus lhe ordenou: retira-te, Satanás, porque está escrito: Ao Senhor teu Deus adoraras, e só a ele darás culto.” É preciso ter coragem e autoridade como Jesus para dizer retira-te Satanás com suas ofertas mentirosas, entre Deus e riquezas não existem escolhas a serem feitas, mas infelizmente ainda há muitos irmãos com pensamentos distorcidos onde vida cristã sem muitas riquezas quer dizer que existe algo errado, porque será que Pedro disse ao aleijado: Não tenho prata nem ouro, mas o que tenho isso te dou, levanta e anda? Por que a presença de Deus na vida do homem não tem preço. Não podemos colocar nossa vida a favor do dinheiro, não podemos pensar que para prosperar vale qualquer coisa, não é assim. Ultimo texto que diz: “Não cesses de falar deste livro da lei; antes medita nele dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer segundo a tudo quanto nele está escrito; então farás prosperar o teu caminho e serás bem- sucedido.” Josué 1;8. Deus está dizendo que os seus servos não precisam fazer de tudo para prosperar, mas sim que eles prosperarão em tudo que fizer, é só meditar. Amém.
Que Deus te abençõe.

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Combinação Perfeita: Jesus e você!



Vós sois o sal da terra; ora, se o sal vier a ser insípido, como lhe restaurar o sabor? Para nada mais presta senão para, lançado fora, ser pisado pelos homens. Mt 5:13
O sódio é um elemento extremamente ativo que sempre está ligado a outro elemento.
O cloro é um gás tóxico. Quando combinamos, o cloro estabiliza o sódio e o sódio neutraliza a toxicidade do cloro.Como resultado, temos o cloreto de sódio, o sal comum, uma substância altamente estável usada há séculos para conservar carne, realçar o sabor e, antes da medicina moderna, limpar e cicatrizar feridas. Para o Cristão, amor e verdade podem ser como sódio e cloro. Ambos são elementos essenciais na vida do crente, mas buscar um sem o outro pode ser difícil e até perigoso. O amor sem verdade é excêntrico, às vezes cego, e muitas vezes propenso a combinar-se com doutrinas estranhas ou perversas. Ele é altamente instável, lançado para o alto e para baixo num mar de emoções.
Por outro lado, a verdade sozinha pode ser ofensiva, às vezes até tóxica. Quando dita sem amor, ela pode afastar as pessoas de Deus. Pode ferir, e até matar, a busca de alguém pela presença acolhedora do Pai Celestial.
Todavia, quando o amor e a verdade são combinados num indivíduo ou na igreja, temos o que Jesus chamou de “sal da terra”. Somos capazes de curar aquelas feridas espirituais, preservar e encorajar o que há de melhor uns nos outros e liberar o entusiasmo pessoal e dons de cada um.
Hoje, quando você lidar com outras pessoas, busque fazer com que suas palavras e ações sejam firmadas na verdade e expressão com amor.
Esse texto foi retirado do site: www.melodia.com.br, mas a Honra, Glória e Poder e dado a Jesus Cristo de Nazaré.
Que Deus te abençõe.

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ATENÇÃO !!!

Vale a pena ler de novo

"Então Elias, o tesbita, dos moradores de Gileade, disse a Acabe: Tão certo como vive o Senhor, Deus de Israel, perante cuja face estou, nem orvalho nem chuva haverá nestes anos segundo a minha palavra." 1 Reis 17: 1.

Elias significa "Javé é Deus", nos tempos de Jesus "Javé é Deus" e nos meus dias "Javé é Deus", ou seja, "Javé nunca deixou de ser Deus", então o que mudou ? Nós deixamos de ser servos e adoradores. Eis o que mudou, a nossa maneira de nos relacionar com esse Deus maravilhoso.